quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Biologia Animal: Poríferos

Os poríferos ou Porifera (do latim porus, poro + phoros, portador de) é um filo do reino Animalia, sub-reino Parazoa, onde se enquadram os animais conhecidos como esponjas.
Os poríferos, também conhecidos como espongiários ou simplesmente esponjas, surgiram provavelmente há cerca de 1 bilhão de anos. Supõe-se que eles sejam originados de seres unicelulares e heterótrofos que se agrupam em colônias.
 O corpo de uma esponja tem grande número de células que apresentam uma certa divisão de funções. Algumas dessas células são organizadas de tal maneira, que formam pequenos orifícios, denominadosporos, em todo o corpo do animal. É por isso que esses seres recebem o nome de poríferos. O corpo do porífero geralmente tem a forma de uma bolsa. A cavidade interna chama-se átrio. Na parte superior do átrio existe uma abertura, o ósculo, que serve para eliminar a água com as substâncias desnecessárias à nutrição do animal e com os detritos resultantes da atividade celular.
Mas você já pensou em tomar banho ensaboando-se com o esqueleto de algum animal?
Antes da invenção das esponjas sintéticas, as esponjas naturais eram muito usadas pelas pessoas para tomar banho e na limpeza doméstica, para esfregar panelas e copos, por exemplo. A esponja natural é o esqueleto macio de certas espécies de animais do grupo dos poríferos; esses esqueletos são feitos de um emaranhado de delicadas fibras de uma proteína chamada espongina.

      

Esses animais não possuem tecidos bem definidos e não apresentam órgãos e nem sistemas. São exclusivamente aquáticos, predominantemente marinhos, mas existem algumas espécies que vivem em água doce. Os poríferos vivem fixos a rochas ou a estruturas submersas, como conchas, onde podem formar colônias de coloração variadas. Podem ses encontrados desde as regiões mais rasas das praias até profundidades de aproximadamente 6 mil metros. Alimentam-se de restos orgânicos ou de microorganismos que capturam filtrando a água que penetra em seu corpo, como veremos adiante. Por sua vez, servem de alimento para algumas espécies de animais, como certos moluscos, ouriços-do-mar, estrelas-do-mar, peixes e tartarugas.
Organização do corpo dos poríferos: O corpo de um porífero possui células que apresentam uma certa divisão de trabalho. Algumas dessas células são organizadas de tal maneira que formam pequenos orifícios, denominados poros, em todo o corpo do animal. Observe no esquema abaixo que a água penetra no corpo do animal através dos vários poros existentes em seu corpo. Ela alcança então uma cavidade central denominada átrio. Observe também que a parede do corpo é revestida externamente por células achatadas que formam a epiderme. Já internamente, a parede do corpo é revestida por células denominadas coanócitos.

Cada coanócito possui um longo flagelo. O batimento dos flagelos promove um contínuo fluxo de água do ambiente para o átrio do animal. A essa água estão misturados restos orgânicos e microorganismos, que são capturados e digeridos pelos coanócitos. O material digerido é então distribuído para as demais células do animal. Como a digestão ocorre no interior de células, diz-se que os poríferos apresentam digestão intracelular.
Os poríferos são animais filtradores, já que filtram a água que penetra em seu corpo, retirando dela alimento e gás oxigênio. Depois disso, a água com resíduos do metabolismo desses animais é eliminada para o ambiente por meio de uma abertura denominada ósculo.
O esqueleto das esponjas é formado por diversos tipos de substâncias. Entre elas destacam-se asespícolas de calcário ou de sílica, com formas variadas, e uma rede de proteína chamada espongina.
A reprodução dos poríferos
A reprodução dos poríferos pode ser assexuada ou sexuada.
Assexuada: Ocorre, por exemplo, por brotamento. Neste caso, formam-se brotos, que podem se separar do corpo do animal e dar origem a novas esponjas. Observe o esquema abaixo.

Sexuada: quando os espermatozóides estão maduros, eles saem pelo ósculo, junto com a corrente de água, e penetram em outra esponja, onde um deles fecunda um óvulo. Após a fecundação, que é interna, forma-se uma célula ovo ou zigoto, que se desenvolve e forma uma larva. A larva sai do corpo da esponja, nada com a ajuda de cílios e se fixa, por exemplo, numa rocha, onde se desenvolve até originar uma nova esponja.


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Biologia Animal - Vertebrados e Invertebrados

Os animais podem ser divididos em dois grupos, os vertebrados que são chamados assim por possuírem coluna vertebral e os invertebrados, que são os que não possuem coluna vertebral.
Animais Vertebrados. 
Os animais vertebrados são classificado em: mamíferos, aves, répteis, anfíbios e peixes.
Mamíferos: os mamíferos são animais vertebrados e alimentam-se do leite da mãe durante algum tempo após o nascimento. Uma outra característica comum a todos os mamíferos é a presenca de pelos em seu corpo. A maior parte dos mamífero é terrestre. O ser humano, o cachorro, o gato e o cavalo são exemplos de animais mamíferos. As baleias e os golfinhos também são mamíferos, no entanto são animais aquáticos. Os pelos nesses animais são encontrados nas regiões próximas da boca. Nesse grupo existem mais de 5.000 espécies. 



Aves: as aves são animais vertebrados que nascem de ovos. Elas possuem bico, asas e o corpo coberto de penas. A galinha, o pato, o avestruz, o beija-flor, o ganso e periquito são alguns exemplos de aves.



Répteis: os répteis são animais vertebrados que geralmete nascem de ovos. Ele tem o corpo coberto de escamas, placas duras ou carapaças. Entre eles entcontramos as cobras, os jacarés, as tartarugas e as lagartixas. No latim significa rastejar, são divididos em quatro subgrupos: rincocéfalos, quelônios, squamata e crocodilianos.



Anfíbios: os anfíbios constituem a classe de animais vertebrados. A característica mais marcante dos seres vivos da classe é o seu ciclo de vida dividido em duas fases: uma aquática e outra terrestre, apesar de haver exceções. No inicio da vida ficam dentro da água, depois se mudam para terra firme, sofrendo transformações no sistema respiratório. Eles têm a pele lisa e úmida, sem pêlos, nem plumas, nem escamas.  Alguns exemplos de anfíbios são: rãs, pererecas, sapos e tirtões.




Peixes: os peixes são animais vertebrados, aquaticos, tipicamente ectotermicos, que possuem o corpo fusiforme, os membros tranformados em barbatanas ou nadadeiras sustentados por rios ósseos ou cartilaginosos, as guelras ou brânquias com que respiram o oxigênio na água (embora os dipnóicos usem pulmões) e na sua maior parte coberto por escamas. São divididos em três subgrupos: ciclóstomos, condrictes e osteíctes. 



Animais Invertebrados
Os animais invertebrados são aqueles que não possuem vértebras. Esses animais são encontrados na água, na terra e até mesmo dentro do solo. Os invertebrados incluem todos os animais sem coluna vertebral. Dentre os invertebrados, os mais numerosos são os artrópodes (como insetos, aranhas, escorpiões e crustáceos) e os moluscos (como caracóis, lesmas, mariscos, lulas e polvos).

Insetos: Possuem o corpo dividido em cabeça, tórax e abdômen, três pares de patas.



Aracnídeos: Vivem em regiões quentes e tropicais, sua alimentação é a base de insetos e vermes.




Crustáceos: A maioria vive na água, podem ser encontrados por todo o mundo, os caranguejos são um exemplo.



Fonte: - http://www.mundopediu.com
          - http://www.sobiologia.com.br
          - http://mundoanimal6.blogspot.com.br








Biologia Vegetal: Frutos e Sementes

Os frutos surgem do desenvolvimento dos ovários, geralmente após a fecundação dos óvulos. Em geral, a transformação do ovário em fruta é induzida por hormônios liberados pelos embriões em desenvolvimento. Existem casos, porém, em que ocorre a formação de frutos sem que tenha havido polinização.
Formação: A partir da fecundação, inicia-se o desenvolvimento da semente, através de uma série de transformações no saco embrionário e outros tecidos do óvulo. A parede do ovário desenvolve-se em PERICARPO, o qual é formado por 3 camadas : exocarpo (epicarpo), mesocarpo e endocarpo. Alguns frutos, como a banana (Musa) e o abacaxi (Ananas comosus) podem formar-se sem fecundação prévia e portanto, nesse caso, não possuem sementes. São chamados frutos PARTENOCÁRPICOS.
Partes do fruto: Um fruto é constituído por duas partes principais: o pericarpo, resultante do desenvolvimento das paredes do ovário, e as sementes, resultantes do desenvolvimento dos óvulos fecundados. O pericarpo compõe-se de três camadas: epicarpo (camada mais externa), mesocarpo (camada intermediária) e endocarpo (camada mais interna). Em geral o mesocarpo é a parte do fruto que mais se desenvolve, sintetizando e acumulando substâncias nutritivas, principalmente açucares.

Classificação dos frutos: Diversas características são utilizadas para se classificar os frutos, entre elas o tipo de pericarpo, se o fruto abre-se ou não espontaneamente para liberar as sementes, etc.
Frutos que apresentam pericarpo suculento são denominados carnosos e podem ser do tipo baga, quando se originam de ovários uni ou multicarpelares com sementes livres (ex.: tomate, abóbora, uma e laranja), ou do tipo drupa, quando se originam de ovários unicarpelares, com sementes aderidas ao endocarpo duro (ex.: azeitona, pêssego, ameixa e amêndoa). Frutos que apresentam endocarpo não suculento são chamados de secos e podem ser deiscentes, quando se abrem ao amadurecer, liberando suas sementes, ou indeiscentes, quando não se abrem ao se tornar maduros.



Origem e estrutura da semente

semente é o óvulo modificado e desenvolvido. Toda a semente possui um envoltório, mais ou menos rígido, um embrião inativo da futura planta e um material de reserva alimentar chamado endosperma ou albúmen.
Em condições ambientais favoráveis, principalmente de umidade, ocorre a hidratação da semente e pode ser iniciada a germinação. 
O cotilédone, é a primeira folha do embrião que surge durante a germinação. Ela possui uma reserva nutritiva derivada do endosperma e realiza uma função muito importante, nutrindo o embrião e a plântula em crescimento enquanto a fotossintese não supre sua demanda energética. O numero de cotilédones é uma caracteristica fundamental para a grande classificação das angiospermas em dicotiledônias ( possuem dois cotiledônias) e monocotiledôneas (possuem apenas um cotiledône).



           - http://professores.unisanta.br
           - SOUTO, M. A. G. Fundamentos e Métodos do Ensino da Biologia Vegetal. Batatais: Claretiano, 2012. Unidade 1. 
      

Biologia Vegetal - Fotossíntese


A fotossíntese é um processo realizado pelas plantas para produção de seu próprio alimento. De forma simples, podemos entender que a planta retira gás carbônico do ar e energia do Sol.
Através deste processo, a planta produz seu próprio alimento constituído essencialmente por glicose. À medida que a planta produz glicose, ela elimina oxigênio.
A glicose é utilizada pela planta na realização de suas funções metabólicas, ou seja, ela é o seu principal combustível, sem ela, seria impossível manter suas funções vitais.
O processo de formação da glicose se dá através de reação química, e esta, somente é possível devido à transformação da energia solar em energia química.
Importância da fotossíntese: Sem a fotossíntese, não existiria vida em nosso planeta, pois é através dela que se inicia toda a cadeia alimentar. Daí a grande importância das plantas, vegetais verdes e alguns outros organismos. Além disso, como já vimos, a medida em que a planta produz glicose ela elimina oxigênio, e sem oxigênio é impossível sobreviver.
Fonte: http://www.todabiologia.com/botanica/




Olá !!!
Eu sou Karla Fernanda da Silva, sou formada em farmácia e atualmente curso licenciatura em Ciencias e Biologia na Claretiano - Formação pedagogica!!!